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Briga de cachorro grande e o usuário é quem sofre a mordida Mais uma vez, agora neste 21 de junho 2018, Teresina amanhece sem ônibus nas ruas, fruto da queda de braço entre Prefeitura de Teresina e o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut). A entidade alega que o Município não vem honrando compromissos financeiros com o sindicato, por isso está atrasando o pagamento dos trabalhadores do sistema, que já recebem salário fracionado - um absurdo! A dívida já chega, segundo o sindicato, a cerca de 12 milhões de reais somente de 2017! Nessa queda de braço entre Setut e PMT, todos saem prejudicados. A população é penalisada com o descaso, ainda mais com um sistema abaixo da crítica. E nessa briga de cachorro grande, quem sofre a mordida é o usuário. (foto O Dia).
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Brasileiro cai sempre em conto do vigário  e toma de goleada Brasileiro é bicho fácil de enganar. Paralelamente à euforia da Copa, o STF vai arquivando processo atrás de processo contra tucanos (soltar Lula, nem pensar, né?) e, talvez durante um dos jogos do Brasil na Copa do Mundo com brasileiro vidrado na televisão, a Câmara dos Deputados vai ajudar o governo a cometer o maior crime da história econômica contra o Brasil: vender até 70% dos campos de produção do pré-sal a empresas petrolíferas estrangeiras através de uma lei anulando outra lei que proibia isso. Ou seja, entregar de vez a Petrobras. Enquanto o brasileiro gritar gol vai tomando de goleada nos fundilhos. Porque cai fácil em contos de vigário, como acontece com golpes que se sucedem neste país de povo sem discernimento.
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Judiciário e mídia sendo engolidos pelos monstrinhos que criaram Pesquisa Datafolha deste domingo, 10 de junho, traz dados que a mídia esconde. Por vergonha, talvez. Quando os entrevistados são indagados sobre confiança na mídia e no Judiciário, 82% afirmam que ambos os setores são poucos confiáveis ou não merecem confiança alguma. E 67% não acreditam no Congresso Nacional. Temer empata com a mídia e o Judiciário, com 82% de rejeição, o maior percentual da história. Esse é um recado emblemático de que esses segmentos destróem o país. Na mesma pesquisa, mesmo encarcerado, Lula continua na aspiração do povo para governar o país. 30% da preferência contra 17% de Bolsonaro. Vemos aí que o STF e a mídia têm muitas batatas para descascar e vêm sendo focos de críticas da mídia, da política e do Judiciário Internacional.
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O flagelo pela política (e judiciário) Coincidências? Creio que não. O Judiciário Brasileiro envida um esforço colossal para inviabilizar as esquerdas no país. Estão, por exemplo, aprisionadas as duas principais cabeças pensantes do PT: Lula e Dirceu. Por conseguinte, a Justiça tenta de todas as formas destruir os mecanismos de defesa do ex-presidente, inclusive, o bloqueio de todas as suas contas bancárias e de todos os seus bens, tirando-lhe os meios mínimos de sobrevivência, até mesmo as suas prerrogativas de que gozam todos os ex-dirigentes do Brasil. Do Dirceu, nem se fala, tiraram-lhe até a casa da mãe. A despeito de que cometeram crimes ou não, isso é muito suspeito, ainda mais quando é flagrante a “proteção” a próceres de outros segmentos partidários, a exemplo do PSDB, que se transformou em uma sigla essencialmente de direita pelo seu abraço incondicional ao capitalismo selvagem e ao neoliberalismo que esmaga políticas públicas de inclusão social. A impressão q...
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Um país ameaçado Não precisamos ser analistas de mercado, experts em economia para concluir que o mundo atravessa uma situação de profunda instabilidade econômica que influencia diretamente na vida de cada um de nós, nos comportamentos sociais e potencializa os conflitos entre as nações. Não precisamos nos esconder atrás de teorias, muitas vezes positivistas, porque estamos a  tropeçar no crescimento da pobreza, da miséria e da fome. Não precisamos fechar os olhos para não ver o aumento do comércio informal, que nada mais é do que a luta pela sobrevivência dos que perderam o pouco que ainda tinham de perspectivas, e não sinal positivo na "abertura de pequenos negócios" ou o advento do Microempreendedor Individual (MEI). A grande maioria se entrega, na verdade, ao subtrabalho, sem chances de competir no mercado, sem chances de sobrevivência. A realidade mostra como o Brasil escorrega no escorrega-bunda do abismo social. E o país, com o seu desaquecimento na economia e ab...
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Abolição só no papel, roto e amarelado Há 130 anos, que se completaram no dia 13 de maio de 2018, o Brasil viria a conhecer na prática a Lei Áurea , assinada em discurso emocionado pela Princesa Isabel, do Brasil Império, e virava a página da escravidão, como o último país a abandonar a prática. Será? Artigo do site Carta Capital revela que a existência da escravidão moderna no Brasil foi reconhecida formalmente apenas em 1995, na gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), quando foi formado o primeiro Grupo Executivo de Repressão ao Trabalho Forçado. Nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), medidas anteriores foram mantidas e aprimoradas, e novas iniciativas foram criadas, a exemplo da lista-suja do trabalho escravo. Inaugurada em 2003, ela expõe ao público as empresas responsáveis pela escravidão moderna e ainda as impede de obter empréstimos de bancos públicos. Neste período, cerca de 50 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão. ...

Regulação de Mídia? No Brasil, isso é tabu

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Tocar no assunto Regulação de Mídia no Brasil é um tabu, e essa ideia é logo desconstruída com o termo "censura" por quem controla a opinião pública no país. Nessa reportagem da organização internacional Repórter Sem Fonteiras (RSF) , a gente se assusta quando observa os tentáculos de pouquíssimos grupos de comunicação abocanhando, praticamente, toda a atenção de quem busca informação nos mais variados meios de informação. E isso contribui, também, para que o Brasil esteja entre as piores colocações do mundo em lista de discernimento, de visão crítica de tudo que ouve, vê e lê. Somos uma nação manipulada pelos oligopólios midiáticos. Leia a reportagem e tire suas conclusões.  A Repórteres sem Fronteiras e o Intervozes lançam o Monitoramento da Propriedade da Mídia no Brasil